Não tem poesia, só lembrança.
Só o samba me salva da nostálgica tristeza do inverno, aquele samba folgado do boteco, samba de amigos que nunca se cansam de entornar os copos entre uma música e outra, ou melhor poesia, pois não existe samba sem saudade e poesia, as notas vão trazendo as lembranças, as saudades e as alegrias.
Grandes momentos da minha vida foram regados de samba e muita trova e o pésinho que não pode faltar, Marisa Monte, Alcione, Jorge Bem, Jorge Aragão, João Nogueira muito mais. Aos embalos de Bebeto eu abraça a minha mulher como se fosse o último dia, batíamos as coxas e sorriamos quão tamanha felicidade de uma criança abrindo um presente... Era muito bom por isso que tô sempre falando de saudade, aqueles tempos deixaram saudade, em um corpo frágil e forte, eu me divertia nas ruas da Cidade Baixa,tomava todas, fumava uns e conhecia muita gente, nos bares, quando acabava a mixa dávamos um jeito de descer sempre mais uma, voltávamos para casa quando o sol acordava e as sardinha ião para o trabalho, eu já roco soltava uns versos do Cazuza quando ia pra casa, nós íamos dormir para o dia nascer feliz.
Nessa época do ano, resolvíamos ficar juntos por dias e dias para espantar o frio, tinha um cheiro bom e um corpo quente que me fazia tirar energia da reserva para chegar em casa depois de uma noite de festa e me deliciar com toda sua formosura, um bom tempo que escorreu dos meus dedos, mas aproveitei muito.
Hoje meu coração guarda uma esperança de em outra vida poder viver novamente esses tempos de alegria e satisfação, não menciono o nome só guardo na lembrança, mas é uma lembrança que volta e meia ainda me deixa sorrindo sozinho nos vagões do trem, me da motivos para ser grato de viver e ser quem eu sou.
Essa mulher, ainda hoje em dia é meu raio de sol, meu final do dia no Marinha, meu samba, minha festa, a vitória do meu Grêmio, meu Pileke, meu baseado, meu espetáculo de teatro, minha session de fotos de skate, meu mar liso, minha onda cavada para eu tomar um caldo, ela não sabe e nunca vai saber, mas eu sei e para eu é o suficiente, me sentir feliz por ter conhecido essa mulher. Sorriso tão lindo e verdadeiro e um brilho nos olhos de dar inveja para estrelas, meu leãosinho.
Muitas vezes me bate uma saudade mesmo, não tenho como fugir disso, nunca corri atrás, mas tive motivos para me resguardar, passou tão rápido, já fazem uns dois anos eu acho...Se pudesse voltava no tempo e vivia tudo de novo até o butiá, ehehhe, viramos uma garrafa de butiá com uma brincadeira besta , esse dia tava massa, tive que pagar um vale, mas demos muitas risadas, também teve um dia que ela ficou mal do estômago, e eu resolvi ficar em casa com ela também, não fui trabalhar, era um conto, nossa história foi um conto, nunca gostei tanto de tomar um banho de chuva em Capão da Canoa, não tinha tempo ruim, nem hora nem lugar.
Só o samba me salva da nostálgica tristeza do inverno, aquele samba folgado do boteco, samba de amigos que nunca se cansam de entornar os copos entre uma música e outra, ou melhor poesia, pois não existe samba sem saudade e poesia, as notas vão trazendo as lembranças, as saudades e as alegrias.
Grandes momentos da minha vida foram regados de samba e muita trova e o pésinho que não pode faltar, Marisa Monte, Alcione, Jorge Bem, Jorge Aragão, João Nogueira muito mais. Aos embalos de Bebeto eu abraça a minha mulher como se fosse o último dia, batíamos as coxas e sorriamos quão tamanha felicidade de uma criança abrindo um presente... Era muito bom por isso que tô sempre falando de saudade, aqueles tempos deixaram saudade, em um corpo frágil e forte, eu me divertia nas ruas da Cidade Baixa,tomava todas, fumava uns e conhecia muita gente, nos bares, quando acabava a mixa dávamos um jeito de descer sempre mais uma, voltávamos para casa quando o sol acordava e as sardinha ião para o trabalho, eu já roco soltava uns versos do Cazuza quando ia pra casa, nós íamos dormir para o dia nascer feliz.
Nessa época do ano, resolvíamos ficar juntos por dias e dias para espantar o frio, tinha um cheiro bom e um corpo quente que me fazia tirar energia da reserva para chegar em casa depois de uma noite de festa e me deliciar com toda sua formosura, um bom tempo que escorreu dos meus dedos, mas aproveitei muito.
Hoje meu coração guarda uma esperança de em outra vida poder viver novamente esses tempos de alegria e satisfação, não menciono o nome só guardo na lembrança, mas é uma lembrança que volta e meia ainda me deixa sorrindo sozinho nos vagões do trem, me da motivos para ser grato de viver e ser quem eu sou.
Essa mulher, ainda hoje em dia é meu raio de sol, meu final do dia no Marinha, meu samba, minha festa, a vitória do meu Grêmio, meu Pileke, meu baseado, meu espetáculo de teatro, minha session de fotos de skate, meu mar liso, minha onda cavada para eu tomar um caldo, ela não sabe e nunca vai saber, mas eu sei e para eu é o suficiente, me sentir feliz por ter conhecido essa mulher. Sorriso tão lindo e verdadeiro e um brilho nos olhos de dar inveja para estrelas, meu leãosinho.
Muitas vezes me bate uma saudade mesmo, não tenho como fugir disso, nunca corri atrás, mas tive motivos para me resguardar, passou tão rápido, já fazem uns dois anos eu acho...Se pudesse voltava no tempo e vivia tudo de novo até o butiá, ehehhe, viramos uma garrafa de butiá com uma brincadeira besta , esse dia tava massa, tive que pagar um vale, mas demos muitas risadas, também teve um dia que ela ficou mal do estômago, e eu resolvi ficar em casa com ela também, não fui trabalhar, era um conto, nossa história foi um conto, nunca gostei tanto de tomar um banho de chuva em Capão da Canoa, não tinha tempo ruim, nem hora nem lugar.
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